Sala de imprensa

O filme

“Toca pra Diabo!” narra a sinistra e divertida história de Sig, um jovem roqueiro sem talento que, meio por acaso, aceita fazer um pacto diabólico para dar um empurrãozinho em sua carreira de guitarrista. O detalhe é que o acordo sobrenatural lhe é oferecido por Demóstenes, um estranho violeiro caipira que Sig conhece numa viagem com sua banda amadora de heavy metal pelo interior de Minas Gerais. Mas, desastradamente para Sig, nem tudo é o que parece ser quando alguém resolve aprender a tocar pra diabo!

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Demostenes e Sig conversam.

De forma bem humorada, “Toca pra Diabo!” renova o mito de Fausto enquanto, no pano de fundo, em meio ao choque entre o Brasil urbano e o Brasil rural, apresenta um curioso e revelador encontro do universo da viola caipira com o blues e o rock americanos.

Recheado de muita música e performances excepcionais, a um só tempo, “Toca pra Diabo!” mistura referências dos road movies dos anos 1970, dos cinemas de Mojica Marins e Mazzaropi, do filme “Marvada Carne” de André Klotzel, e das antigas histórias em quadrinhos de terror americanas e brasileiras dos anos 1950 a 1970. O filme tem 15 minutos de duração.


O projeto e a produção

Originalmente, a idéia central do filme “Toca pra Diabo!” surgiu por volta de 2004 de conversas de dois amigos de longa data, o cineasta João Velho e o roteirista Juca Filho que, dois anos mais tarde, desenvolveu as primeiras versões da história. João formatou o projeto do curta e, depois de novos tratamentos de roteiro e alguns editais de realização, o projeto foi selecionado pelo programa Petrobras Cultural no final de 2010.

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O violeiro Renato Andrade

Inicialmente, o roteiro fazia referência direta a um dos maiores gênios e virtuoses da viola caipira e grande inspirador do projeto, o violeiro Renato Andrade, que aparecia como um dos personagens na história fazendo o duelo com o diabo nas cenas finais. Mas, infelizmente, depois de o projeto ter sido aprovado pela Petrobras, um dos herdeiros do músico preferiu não autorizar a referência ao pai, e o roteiro teve que ser adaptado, fazendo surgir o personagem São Gonçalo para substituir Renato.

equipe_04Com os recursos garantidos, João e Juca deram continuidade à parceria e convidaram Monique Cruz e Maria Clara Guim, sócias da Casa Cinco, para assumirem a execução do projeto. Elas enquadraram o projeto na Lei de Incentivo à Cutura durante o ano de 2011 e conduziram a montagem da equipe a partir do ano seguinte.

Alguns colaboradores fundamentais de primeira hora merecem ser destacados, como o diretor de fotografia Anderson Capuano, que já havia trabalhado com João Velho no seu filme anterior, “”iCandomblé”, o músico paulista Ricardo Vignini, um gênio da fusão da viola caipira com o blues e o rock, e o talentoso ator e roteirista Celso Taddei, que foi escalado para interpretar Demóstenes/Diabo.

equipe_03equipe_02A pré-produção do filme contou com a preciosa colaboração de Candido Damm na preparação de atores e a direção de arte e figurino de Fernanda Teixeira. O ator Bruno Augusto, que faz o papel de Sig, foi escolhido após uma série de testes e os atores coadjuvantes Andressa Lameu, Nando Brandão e Bernardo Palmeira completaram o elenco com faro de Maria Clara Guim que, além da assistência de direção, fez a produção de elenco.

“Toca pra Diabo!” acabou contando ainda com a participação especial da própria Maria Clara Guim e do roteirista Juca Filho no elenco, este em sua primeira experiência profissional como ator, interpretando de forma surpreendente o papel de São Gonçalo, o santo violeiro que encara um desafio musical com o diabo nas cenas finais.

O filme foi praticamente todo rodado em julho de 2012 em Ibitipoca, uma pequena cidade no alto de uma serra em Minas Gerais. A sugestão veio de Paulo M. de Andrade, o colorista do filme, que já conhecia bem a cidade e prestou inestimável ajuda na busca das locações.

locação_01filmagens_01Para o porte de um curta-metragem, a realização ganhou ares de super-produção na pequena cidade mineira, graças à engenhosidade da produtora Monique Cruz, que soube manejar o baixo orçamento de modo a garantir ao filme recursos e facilidades encontrados somente em produções de comerciais e longa-metragens.

A produção praticamente ocupou todos os quartos de uma das maiores pousadas da cidade, e mobilizou uma pequena tropa de colaboradores locais, restaurantes, gerador de luz, ônibus e até cinco Land Rovers, o veículo automotor ideal para rodar por Ibitipoca nas condições das estradas de acesso a algumas das principais locações do filme.

Dentre o pessoal de Ibitipoca, vale destacar o apoio decisivo de Gabriel Fortes e Lenílson Salles, que foram os responsáveis diretos pela descoberta das locações da casa de Demóstenes e da encruzilhada aonde ocorre o pacto diabólico entre Sig e o diabo.

filmagens_04A propósito, na cena da encruzilhada à noite, a mais difícil de todas, gravada de madrugada ao ar livre com temperatura local de cerca de 5º centígrados e quatro enormes fogueiras, havia cerca de 20 a 30 pessoas trabalhando, várias delas de Ibitipoca, arregimentados por Gabriel e Lenílson, que são guias turísticos da cidade e conhecem como poucos a região e a sua população.

As gravações de  “Toca pra Diabo!” foram feitas com a câmera HDSLR Canon 5D MKIII, que havia acabado de ser lançada, no final do primeiro semestre de 2012, e foi adquirida pelo fotógrafo Anderson Capuano especialmente para usar no filme, porque permitia rodar cenas com mais qualidade de imagem, sobretudo em cenas com pouca luz.

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Vignini em Ibitipoca.

Praticamente todas as performances musicais do filme foram compostas durante as filmagens em Ibitipoca por Ricardo Vignini, apoiado por Juca Filho, com quem dividiu a direção musical do filme. Todas as cenas foram gravadas com som direto, exceto as cenas com performances musicais, onde foi utilizado o recurso do playback.

Aliás, o dublê musical do Demóstenes/Diabo foi o próprio Ricardo Vignini. A cena do show de Sig foi dublada pelo ator Bruno Augusto, que conseguiu “enganar” bastante bem o olho do espectador. A dublagem do São Gonçalo foi feita pelo parceiro de Ricardo, o músico Zé Helder, com quem desenvolve o trabalho “Moda de Rock”. Ela foi gravada meses depois da filmagem, em São Paulo, quando, incluzive, Zé compôs a belíssima levada de viola do personagem no final do filme.

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Juca Filho e Ricardo Vignini

A pós-produção de “Toca pra Diabo!” se estendeu pelo segundo semestre de 2012 e o início de 2013, incluindo o fechamento da trilha sonora com a criação de toda a música original de fundo e incidental. O diretor do filme, João Velho (edt.), também se encarregou da edição, dos efeitos visuais e da animação dos créditos de encerramento, trabalhando sobre ilustrações do diretor de arte de publicidade Roberto Ulhoa, que também fez a arte do cartaz e de todas as peças de divulgação.

A correção de cor impecável de Paulo M. de Andrade, parceiro de João Velho no blog VideoGuru, e a finalização de áudio de Benhur Machado, em colaboração com Marcito Vianna na edição de som, completaram o trabalho, acrescentando qualidade e requinte, incluindo a mixagem em Dolby Surround 5.1.

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A equipe do filme na noite de estréia.

Em 1º de setembro de 2013, finalmente “Toca pra Diabo!” foi exibido pela primeira vez numa sessão especial memorável no teatro do Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro, para a equipe do filme e uma platéia de convidados.

 


 

Mostras e festivais

“Toca pra Diabo!” foi selecionado para as seguintes mostras e festivais no Brasil e no Exterior:

CIMMfest 2014 – Chigago International Movie & Music Festival – Chicago, EUA – maio de 2014

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Valley Film Festival – Los Angeles, EUA – dezembro de 2014

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MECAL CHILE – Festival Latinoamericano e Internacional de Cortometrajes – Santiago de Chile, Chile – outubro de 2014

Macaé Cine – Festival Nacional de Cinema De Macaé – Macaé, Rio de Janeiro – Brasil – novembro de 2014

Arraial Cine Fest – Porto Seguro, Bahia, Brasil – fevereiro de 2015

 


 

Depoimentos de participantes do filme

 

João Velho – Diretor e editor

joao_03Fazer cinema no Brasil não é fácil. Nunca foi. Principalmente um curta-metragem como esse. Mas muito mais difícil é ter idéias para fazer filmes e não poder realizá-las e depois mostra-las. Espero que o filme “Toca Pra Diabo!” finalmente possa encontrar o seu público e alcançar muito mais gente agora pela web, e que assisti-lo seja tão gratificante quanto foi para mim e para minha equipe torna-lo uma realidade.

 

 

Juca Filho – autor, roteirista, co-diretor musical… e ator! rs

Juca_01“A idéia original veio dessa história do pacto musical com o Diabo se dar em lugares e instrumentos tão distintos quanto a guitarra (no blues, ali na área do Mississipi, principalmente) e na nossa viola caipira (por todo o Brasil, em geral, cada um a seu modo). Daí veio o pensamento de fazer uma história que juntasse culturas, colocando o garoto metaleiro em contato com um capeta caipira. (Mais afim seria um blueseiro, mas o metaleiro é melhor porque são mais adoradores do Diabo). Juntar essas duas coisas é que é a graça da história. Daí, conversando com o João e trabalhando a história chegamos a este resultado. Todo o processo foi super legal, bolar, escrever, realizar e partilhar. E, de quebra, ainda dar uma de ator, por influência do Candido, mas essa é outra história que eu conto depois.”

 

Ricardo Vignini – Diretor Musical, Autor da Musica Original e Músico Dublê

Vignini_01“Trabalhar no fime Toca pra Diabo foi um prazer enorme, pois pude passear por todas as minhas vertentes musicais, da música caipira passando pelo rock e blues. E eu me identifiquei com o Sig, pois fui um garoto parecido com ele (não tão Mané, claro, rs).”

 

 

Monique Cruz – Produção Executiva, Direção de Produção e Platô

Monique_01“Conheci o João Velho, através do diretor de fotografia Anderson Capuano, amigo e parceiro profissional de longa data. Quando tive conhecimento do projeto e o apresentei a minha sócia, Maria Clara Guim, logo nos encantamos pelo roteiro. Pois teríamos ainda a frente um grande desafio, produzir as filmagens do curta com toda a estrutura necessária, incluindo uma viagem com equipe para a Serra Mineira, Conceição de Ibitipoca. Cumprimos o desafio e o filme seguiu para finalização. A edição, realizada também pelo diretor do filme, assim como os efeitos especiais, deram o tom que a história precisava. Gostamos muito de realizar esse projeto e ficamos felizes com seu resultado, aproveitamos a oportunidade para a agradecer ao João, pela parceria e confiança, e também a todos os integrantes da equipe e elenco que foram essenciais para a realização desse projeto. Não poderíamos deixar de agradecer também aos moradores de Conceição de Ibitipoca, em especial ao Gabriel Fortes e Lenilson Salles que tanto se empenharam na produção local desse filme. Vida longa a Toca pra Diabo!”

 

Anderson Capuano – Diretor de Fotografia

Capuano_01Toca pra Diabo! traz como referencia fotográfica um pouco dos videos de musica do final dos anos 80, inicio dos 90. O meu maior aprendizado no filme foi iluminar uma encruzilhada com a luz de 4 fogueiras. Em conjunto com João Velho e Paulo de Andrade, optamos em usar a EOS 5D MKIII, recém lançada na época, e conseguimos um ótimo resultado para as noturnas. Um filme quando é realizado com prazer gera bons frutos.”

 

 

Celso Taddei – Ator protagonista

celso_01“Participar do Toca pra Diabo foi um desafio tão grande quanto prazeroso. Primeiro veio a história do Juca, irresistível, encantadora. Segundo, o personagem com o qual fui presenteado. E foi tudo ficando melhor: o belo trabalho de direção do João, a produção das meninas da Casa Cinco, a rapaziada do elenco, a equipe incansável, o apoio do Candinho na preparação, a locação mágica em Ibitipoca, a música diabólica do Vignini… Tenho certeza que esse filme dará tanto prazer aos espectadores quanto eu tive em fazê-lo. Laroye!!”

 

 

Bruno Augusto – Ator protagonista

bruno_01“Toca pra Diabo me apresentou a possibilidade de reencontro com quem já conhecia de longa data no teatro e de encontro com excelentes profissionais que tive o privilégio de conhecer, trabalhar e admirar. Uma aventura fantástica entre demônios da música, do cinema e do humor, mostrando que há pactos que valem à pena. Obrigado, Senhor!”

 

 

 

Maria Clara Guim – Assistente de Direção e Atriz

Maria_01Ler um roteiro e imaginar o ator que pode dar vida aquela vida dentro da magia é também um dos grandes prazeres da minha vida profissional atualmente. E isso ainda me proporciona lindos encontros pessoais. Quando conheci o Sig eu estava numa semana corrida com editais e minha cabeça estava a mil. Saí do escritório rumo a papelaria e resolvi cortar caminho por dentro do McDonald’s. Apressada, distraída e Magoo total quase passei direto pelo Bruno Augusto, mas ele acenou. Eu parei pra dar um beijinho e já me desculpar pela urgência. E retornei meu caminho com atenção no envelope, etiqueta, correio! Mas só dei dois passos, talvez cinco, e voltei correndo! “Bruno, preciso falar com você, te ligo em uma hora!”. Cena de cinema, personagem pra cinema! A partir daquele momento minhas ideias estavam totalmente voltadas pro Toca! Vieram os testes e excelentes atores, e a câmera escolheu o Bruno, João escolheu o Bruno, Sig escolheu o Bruno. Viva! Conheço esse talento desde que ele tinha oito anos de idade! E chegaram novos e queridos presentes como Andressa Lameu e Nando Brandão. A escolha, na mosca, de Juca Filho para o santo violeiro. E pra fechar com chave de ouro esse luxuoso elenco ainda tive o prazer de trabalhar com Bernardo Palmeira e Celso Taddei, meus amados amigos! Obrigada Juca pelas incríveis personagens. Obrigada João pela confiança na Casa, na assistência, na produça, na Agrogirl. Obrigada Monique, sócia, amiga e parceira de toda uma vida. Obrigada a linda equipe que formamos. Obrigada a animada figuração amiga. Saudades de Ibitipoca! Do Ibitibar, do Ibitipão, do Ibitifrio…das Ibitiraves! Bora tocar pra diabo!!!

 

Paulo M de Andrade – Colorista

Paullo_02“Fazer a cor do Toca Pra Diabo não foi um trabalho qualquer. Foi um tremendo prazer. Não só por se tratar de um filme do meu genial amigo e parceiro no blog Videoguru, João Velho, como também pelo roteiro fantástico do meu colega Juca Filho. E, pra coisa ficar melhor ainda, comecei dando um apoio técnico na fase de pré, sugeri a locação de Ibitipoca e também a super talentosa Andressa Lameu para o papel da Marizuda. Só foi pena não ter podido participar das filmagens por lá por conta de outros trabalhos. Com a fotografia excelente do digníssimo Capuano, meu trabalho como colorista escapou dos usuais consertos de problemas e pude me concentrar mais no lado criativo. O resultado do esforço de todos ficou muito bacana e tenho certeza de que todos que assistirem vão adorar o filme. Parabéns para toda a equipe, que tocou o filme pra diabo!”

 

Candido Damm – Preparação de Elenco e Narração do texto final

candido_01“Foi um barato estar junto nesse projeto, numa função diferente pra mim, e o prazer de ajudar a conduzir o Celso Taddei a encarnar o cão, o demo, o medonho, foi prazer ímpar. Vida longa pra esse tão simpático filme, o primeiro road movie que mistura o caipira, o demo e o rock´n´roll! Yeah, sô!”

 

 

 


 

Ficha técnica

 

Elenco

Bruno Augusto…..Sig

Celso Taddei…..Demóstenes

Andressa Lameu…..Marizuda

Nando Brandão…..Niniu

Bernardo Palmeira…..Braço

Juca Filho…..São Gonçalo

Maria Clara Guim…..Motorista da pick up

Cândido Damm…..Voz off

 

Equipe

Direção e Edição – João Velho

Roteiro – Juca Filho

Trilha Sonora Original – Ricardo Vignini

Direção de Fotografia – Anderson Capuano

Direção de Arte e Figurino – Fernanda Teixeira

Direção Musical – Ricardo Vignini e Juca Filho

Produção Executiva – Monique Cruz

Assistente de Direção – Maria Clara Guim

Preparação de Elenco – Cândido Damm

Continuísta – Walter Fernandes

Colorista – Paulo M. de Andrade

Efeitos Visuais e Motion Graphics – João Velho

Edição de Som – Ben Hur Machado e Marcito Vianna

Mixagem – Ben Hur Machado

Abertura e Encerramento – Roberto Ulhoa e João Velho

Músicos Dublês – Ricardo Vignini e Zé Helder

Assistente de câmera – Alexandre Mizrahi

Eletricista – Wagner Figueiredo dos Santos

Direção de Produção e Platô – Monique Cruz

Produção de base – Geo Abreu

Maquiagem de efeitos – Bia Medeiros

Assistente de Maquiagem – Ariana Costa

Assistentes de produção – Ricardo de Aquino, Marcos Guilhon, João Monteiro

Som direto – Paulinho Felipe

Microfonista – Vilson Almeida de Oliveira

Produção Local – Ibitipoca / MG – Gabriel Fortes e Lenilson Salles

Apoio Local – Ibitipoca / MG – Kiko, Geneci, Tião Pampa, Gilmar, Marcus Marchiori, Cassio Baldi, Sr. Moisés e família, Sra. Lucia e família, Dó e Marcinha, Equipe Pousada do Lambari, Equipe Ibitipoca Tour e João da Barra

Arte do Cartaz e Identidade Visual – Roberto Ulhoa

 

Música de Encerramento – Great Divide (Black Oil) – Versão Moda de Rock

Tema Solo de São Gonçalo composto e executado por Zé Helder

Agradecimentos – Adassi Addasi e banda Black Oil, Adriano Belisário, Ana Alice de Morais, Barbara Kahane, Carlos Eduardo Alves da Silva, Christian Caselli, Clarisse Zaryos, Felipe Freitas, Gabriel Ares, Gabriel Domingues, Gabriel Mitsu, Gisella Cardoso, Janaína Castro Alves, Juliana Lira de Andrade, Junior,  Kênia Freitas, Magda Mendonça, Renata Azzi, Ronald da Silva Alves, Samuel Lobo, Talita Arruda, Victor Galdino e Editora Multifoco

Filmado com a camera Canon 5D MarkIII e finalizado com os programas Apple Final Cut Pro X, Adobe After Effects, Blackmagic DaVinci Resolve e Avid Pro Tools

Apoio Cultural – RUA6CASA9 e Blue Papaya

 

Copyright © 2013 João Velho – Todos os direitos reservados

Este filme não pode ser distribuido no todo ou em parte sem prévia autorização. Qualquer exibição fora do âmbito doméstico ou acadêmico, especialmente com fins comerciais, também requer prévia autorização.

Dedicado à memória do grande violeiro Renato Andrade (1932-2005)